Rondônia, 26 de fevereiro de 2020

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14/02/2020 14:37

Porto Velho

Idaron apresenta balanço das ações executadas para suspensão da vacina contra febre aftosa

Suspensão da vacina contra febre aftosa em Rondônia

Idaron apresenta balanço das ações executadas para suspensão da vacina contra febre aftosa

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) apresentou balanço das ações executadas com recursos do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fesa-RO), frente ao projeto de suspensão da vacinação contra febre aftosa, de acordo com o Plano Estratégico do Programa Nacional de Prevenção e Erradicação da Febre Aftosa (Pnefa), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O diretor executivo, Licério Correa Soares Magalhães explicou que foram cumpridas todas as 102 ações apontadas pelo Pnefa, com recursos de fontes próprias, na folha de pagamento dos servidores e com capital do fundo, com os seguintes investimentos: construção e melhoria das instalações físicas dos postos de fiscalização, aquisição de equipamentos de informática, veículos e equipamentos de videomonitoramento em ramais na divisa entre os estados do Mato Grosso e Rondônia.

Além disso, o diretor descreveu que foram feitos acordos de cooperação com a Polícia Militar do Estado de Rondônia para um controle mais rigoroso nas divisas de Rondônia, com a efetivação da retirada da vacina contra febre aftosa e o desenvolvimento de software para facilitar a interação dos produtores com os serviços da Idaron.

O presidente da Idaron, Júlio Cesar Rocha Peres destacou que normalmente o setor privado demanda o setor público, mas que nessa ação, o setor público já cumpriu 100% das ações de sua responsabilidade. “A partir de agora cabe a organização do setor produtivo (pecuarista, comércio e indústria), para manutenção de um fundo privado que apoie às ações da Agência. É fundamental para Rondônia, principalmente neste novo cenário, em que avançamos para a suspensão da vacina. É uma exigência do Ministério”, pontua o presidente.

De acordo com Mapa, a participação do setor produtivo por um fundo emergencial privado é um pilar importante e fundamental na construção do sistema de defesa sanitária animal no Estado e no avanço da erradicação da febre aftosa. “O fundo se faz importante como um mecanismo rápido e ágil para apoiar e dar garantias às intervenções zoossanitárias, especialmente em um Estado onde a pecuária representa importante fonte de riqueza econômica e social”, ressalta o Ministério, em nota.

Julio Cesar explica que as limitações e burocracias para a utilização do recurso público, no caso de uma emergência sanitária, eleva a importância da parceria e do entendimento que deve existir entre produtores e indústria, para que o processo funcione.

“Uma das metas a serem alcançadas para a retirada da vacina é a participação efetiva de um fundo privado, contudo, ainda não temos pacificado a forma de contribuição em favor deste fundo. Por isso organizamos a cadeia produtiva, orientamos, trouxemos para discussão e estabelecemos até o dia 19, terça-feira da próxima semana, para que a indústria faça um manifesto formal quanto à adesão de contribuir em favor do fundo privado de apoio às ações de defesa sanitária”, explicou.


Fonte:SECOM





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