06/02/2026 13:50h - Ji-Paraná - Geral

Vídeo: Servidor joga balde de água e agride morador de rua em frente ao pronto-socorro em Rondônia

Servidor terceirizado foi flagrado jogando água e desferindo tapas em homem que dormia em banco do Pronto-Socorro - Foto: Reprodução

Um caso de agressão ocorrido na área de entrada do Pronto-Socorro Dona Nega, no Hospital Municipal Claudionor do Couto Roriz, em Ji-Paraná (RO), causou forte repercussão e indignação nas redes sociais na noite desta quinta-feira (5), após a divulgação de um vídeo que mostra a ação. Nas imagens, um homem em situação de rua aparece dormindo em um dos bancos da unidade quando é surpreendido por um servidor de plantão. O funcionário se aproxima carregando um balde com água e despeja o conteúdo sobre a vítima. Em seguida, ainda desfere tapas no ombro esquerdo do homem, que acorda assustado. A gravação foi publicada nas redes sociais e rapidamente passou a gerar revolta entre internautas, que criticaram a conduta do servidor e cobraram providências das autoridades. Assista: Servidor afastado Após tomar conhecimento do ocorrido, o prefeito de Ji-Paraná, Affonso Cândido, esteve pessoalmente no pronto-socorro para apurar os fatos. Em seguida, o gestor publicou um vídeo repudiando a atitude, classificando o episódio como totalmente inaceitável. Segundo o prefeito, as providências começaram de forma imediata, com o afastamento do servidor envolvido. Ele também informou que a empresa terceirizada responsável pela contratação do funcionário será notificada para que adote as medidas cabíveis. Ainda de acordo com informações repassadas, o autor da agressão já teria se envolvido anteriormente em situação semelhante com a mesma vítima. O prefeito afirmou que o homem agredido é dependente de álcool, não costuma causar transtornos e não merecia o tratamento recebido. Vítima é conhecida na região Conforme apurado, a vítima vive em situação de rua e é dependente de álcool, utilizando com frequência bancos de praças e prédios públicos como abrigo para dormir. Já o agressor seria funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços à Prefeitura de Ji-Paraná. O caso segue gerando repercussão e levantando questionamentos sobre a conduta de profissionais que atuam em unidades públicas de saúde e o tratamento dispensado a pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Fonte: Portal SGC

Notícias relacionadas