31/08/2026 17:36h - Porto Velho - Policial

Polícia prende último suspeito de assassinar homem dentro de casa em Porto Velho

Júlio Mota da Silva estava foragido e tinha mandado de prisão em aberto. Vítima foi morta em junho de 2026 - Foto: Divulgação/ MPTO

A Polícia Civil de Rondônia prendeu, na manhã desta segunda-feira (31), o último homem suspeito de participar da morte de Francisco Nonato da Silva. O crime aconteceu no dia 5 de junho de 2026, em Porto Velho. Francisco foi encontrado morto dentro da própria casa. Júlio Mota da Silva estava foragido e tinha um mandado de prisão temporária em aberto. O primeiro suspeito de participação no crime, cujo nome não foi revelado pela polícia, foi preso em 21 de agosto de 2026, há pouco mais de dez dias. Com a prisão do último foragido, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) concluiu o cumprimento das ordens judiciais de prisão temporária expedidas contra os dois suspeitos de participação no crime. De acordo com a Polícia Civil, com a localização e o encaminhamento do segundo suspeito ao sistema prisional, o inquérito policial segue para as etapas finais de formalização e posterior encaminhamento ao Poder Judiciário. O crime Francisco Nonato da Silva foi encontrado morto dentro de casa. Ele tinha várias marcas de agressão pelo corpo e um ferimento de faca no pescoço, o que mostra que o crime foi cometido com violência. Francisco estava desaparecido desde a quinta-feira (4) de junho de 2026. O corpo dele foi encontrado no fim da mesma semana. A Polícia Militar de Rondônia foi acionada para atender uma ocorrência na zona leste de Porto Velho e encontrou a vítima caída na sala da residência, com manchas de sangue e ferimentos graves. Durante a perícia, os policiais também encontraram um corte na cabeça da vítima. O corpo já estava em estado de decomposição. Imagens de câmeras de segurança de um comércio próximo mostraram um homem entrando na casa durante a madrugada. Cerca de 11 minutos depois, ele aparece saindo do local. As imagens ajudaram a polícia nas investigações do caso.

Fonte: G1

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