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25/06/2022 11:35h - Porto Velho - Política

Gasolina chega a R$ 8,15 em Rondônia em nova alta dos combustíveis, diz ANP

Pesquisa divulgada neste sábado (25) mostra preço da gasolina em algumas cidades de RO. Ji-Paraná tem o litro mais caro da gasolina, entre as cidades pesquisadas.

O preço do litro da gasolina comum no interior de Rondônia chegou a R$ 8,15 nesta semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados neste sábado (25). A pesquisa da ANP foi feita entre os dias 19 e 25 de junho em 70 postos diferentes e reflete o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias em 17 de junho, quando a estatal anunciou uma alta de 5,18% na gasolina e de 14,26% no diesel. Nesta penúltima semana do mês de junho, entre os municípios pesquisados pela ANP, a gasolina mais cara continua sendo encontrada em Ji-Paraná. Na segunda maior cidade do estado tem posto vendendo o litro por R$ 8,15. Até 18 de junho, o litro mais caro em Ji-Paraná custava R$ 7,80. Ou seja, a cidade teve uma alta de 4,40%no valor da gasolina em um período de sete dias. A segunda cidade que chega a ter a gasolina mais cara é Pimenta Bueno, onde o litro já chega a R$ 7,98 (veja os valores nas cidades na tabela abaixo). A cidade com a gasolina mais barata é Porto Velho. O preço mínimo do litro custa R$ 6,99, mas registra alta em relação a semana anterior, quando era R$ 6,48. O posto mais caro da capital vende a gasolina por R$ 7,39. Disparada de preços A disparada dos preços dos combustíveis ocorre em meio à forte alta nos preços internacionais do petróleo após a Rússia ter invadido a Ucrânia, impactados pela oferta limitada frente a demanda mundial por energia. Desde 2016, a Petrobras adotou o chamado PPI (Preço de Paridade de Importação), após anos praticando preços controlados, sobretudo no governo Dilma Rousseff. O controle de preços era uma forma de mitigar a inflação, mas causou grandes prejuízos à petroleira. Pela política de preços atual, os preços cobrados nas refinarias se orientam pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e do câmbio.
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Fonte: G1

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