Rondônia, 11 de dezembro de 2019

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10/07/2019 07:50

Brasil

Ministério da Agricultura proíbe venda de marcas de azeites 'impróprias ao consumo'

“Atualmente, o azeite de oliva é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, perdendo apenas para o pescado”.

Ministério da Agricultura proíbe venda de marcas de azeites 'impróprias ao consumo'

O Ministério da Agricultura proibiu a venda de seis marcas de azeite de oliva nos supermercados e atacados de todo o País. As marcas Oliveiras do Conde, Quinta Lusitana, Quinta D’Oro, Évora, Costanera e Olivais do Porto tiveram de ser recolhidas no início desta semana após fiscalização do órgão.

Em nota, o Ministério informou que estes produtos foram fraudados e são “impróprios ao consumo”. A fiscalização encontrou produtos fraudados no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Paraná, Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Alagoas e Minas Gerais.

Foram analisadas 19 amostras do Oliveiras do Conde, 8 amostras do Quinta Lusitana e 2 da marca Évora. Também foram encontrados rótulos da marca Costanera e Olivais do Porto em uma fábrica clandestina em Guarulhos (SP).

A operação, realizada em 12 de maio deste ano, descobriu uma fábrica clandestina de azeites falsificados, com mistura de óleos, sem a presença de azeite de oliva.

“Atualmente, o azeite de oliva é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, perdendo apenas para o pescado”, informou o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) do Ministério, Glauco Bertoldo.

Com isso, o órgão determinou que as redes varejistas e atacadistas, onde foram encontrados os produtos fraudados, informem os estoques existentes e que o material tenha sido recolhido até ontem, segunda-feira (8), sob pena de autuação em caso de omissão de informações.

A partir desta terça-feira (9), os comerciantes que forem flagrados vendendo os produtos, mesmo após advertência, serão denunciados ao Ministério Público Federal, na Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, e encaminhados à Polícia Judiciária para eventual responsabilização criminal. Ainda receberão multa de R$ 5 mil por ocorrência com acréscimo de 400% sobre o valor comercial dos azeites.


Fonte:HuffPost Brasil





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