Rondônia, 05 de dezembro de 2019

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22/11/2019 06:56

Porto Velho

Alex Testoni: Mais um nome destruído por denúncias até agora não comprovadas

Opinião de Primeira por Sérgio Pires

Alex Testoni: Mais um nome destruído por denúncias até agora não comprovadas

Alex Testoni surgiu como um meteoro na política de Rondônia. Empresário de sucesso, saiu da pequena Ouro Preto com uma votação invejável. Eleito deputado estadual, já chegou arrasando. Um dos seus atos que estão na História, foi denunciar a existência de mais de 600 fantasmas na Assembleia Legislativa, onde assumira há pouco. Depois, denunciou um contrato fantasma de compra e manutenção de computadores que jamais tiveram existência real. Economizou, só nessa última ação, mais de 9 milhões de reais dos cofres públicos. Testoni começava a se destacar na política estadual e, em pouco tempo de atuação, saltou de um quase anonimato fora da vida empresarial, para um possível candidato com chances reais de se eleger Governador. Conquistou esse espaço político com muito trabalho, dedicação e seriedade. Optou por ser Prefeito da sua cidade. Ganhou fácil, com 75 por cento dos votos. Reeleito, terminou seu segundo mandato com 92 por cento de aprovação. Todas as suas oito contas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Saiu por cima. O caminho para o Palácio do Governo ou para o Congresso estava aberto. Foi aí que começou a tragédia na sua vida. Foi transformado, o competente deputado e o prefeito consagrado, de uma hora para hora, num vilão. A história dele é mais uma daquelas que arrepia os cabelos de quem a ouve, na versão da vítima, como em outros casos semelhantes, recém descobertos.

A Draco II recém tinha sido criada em Cacoal, para investigações em toda a região. Dois delegados da Especializada denunciaram Testoni como “chefe de quadrilha”. O crime? Ter dado um prejuízo de 6.500 reais aos cofres da Prefeitura, ao contratar um show por algo em torno de 65 mil reais. A denúncia incluía também a intenção do então Prefeito em fazer promoção pessoal, já que seria pré candidato ao Governo. A acusação foi mantida, mesmo depois que se soube que Testoni promovera o mesmo show nos oito anos em que comandou a cidade e, mais que isso, que pagara metade do valor pago ao mesmo artista, do que ele recebera por show idêntico, em Goiânia. A partir daí, o inferno baixou sobre a vida do ex Prefeito e empresário de sucesso. Pelo menos duas outras acusações, ambas também sem provas concretas, foram feitas contra ele e sua família. Exposição pública como se bandido fosse; ameaças de prisão; pedido à Justiça para que ele andasse com tornozeleira eletrônica; entrevistas coletivas convocadas, onde a imagem de cidadão e homem público era destruída; aval da Justiça para medidas (Alex não concorda que haja erro do Judiciário, mas diz que eles foram causados por acusações falsas ou omissão de informações dos policiais, em seus inquéritos), tornaram um cidadão que mora e vive em Ouro Preto desde os oito anos de idade e que teve uma vida empresarial de muito sucesso, como se fosse comandante do crime organizado. Para a Draco, ele chefiava o crime na sua cidade. Por causa de 6.500 reais. É obrigação das autoridades ou provarem que ele cometeu algum crime ou chamá-lo e ao menos pedir desculpas, por ter tido sua vida pessoal e política destruída.

VEJA O VÍDEO E TIRE SUAS CONCLUSÕES

Para se entender melhor o que aconteceu em Ouro Preto, há que se assistir um vídeo, longo para esses tempos em que não se tem tempo para quase nada, mas que é essencial para que a história toda seja compreendida. Está no seguinte link do you tube: https://youtu.be/TR1t2Fw8Puo . Assistindo, você começará a se questionar dos porquês. Por que, por exemplo, mesmo depois de doar áreas que hoje valem mais de 7 milhões de reais para construir casas populares; áreas para construir escolas; por que mesmo depois de, com sua família, cuidar durante longos anos de mais de 400 crianças carentes, sem usar um só centavo de dinheiro público, um político rico, em ascensão, roubaria 6.500 reais? Que ladrão é esse, que doa o que é seu para a comunidade? Como nos casos das gravações que ainda estão sendo investigadas; a injustiça contra Daniel Pereira e o empresário Gilberto Scheffer, por exemplo, o caso de Testoni tem que ser investigado a fundo, porque se houve mesmo tudo isso, nesse tamanho, os erros têm que serem corrigidos já! Se houve roubo, desvio, mutreta, que pague o responsável. Mas se ele foi apenas vítima de uma trama, sejam por que motivos forem, as autoridades – todas elas, envolvidas diretamente ou indiretamente no caso - têm obrigação de vir a público e explicar tudo. Sem esconder nada. E já!

DIRETORES: LAERTE CONVERSA COM SINTERO

O objetivo final é um só: melhorar a qualidade do ensino em Rondônia. Esse é o principal argumento do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Laerte Gomes, para ter apresentado projeto, no sentido de modificar o sistema de escolha de diretores das escolas, no Estado. Nessa semana, avançando nas conversações que visam aprimorar o ensino e buscar melhorias nos critérios do IDEB, Laerte já programou um encontro com o Sintero. “Meritocracia é a palavra chave”, destaca Laerte. Para ele, nesse momento não se deve mexer no atual quadro de diretores e diretoras das escolas. Primeiro, há que se criar um sistema de escolha que vise, antes de tudo, melhores resultados do IDEB. Quem comandar uma escola com avanços, fica. Quem não atingir as metas, o correto seria a substituição. Modelos de eleição de diretores escolares criados com sucesso no Ceará e no Mato Grosso poderão ser adaptados para Rondônia. Laerte diz que “nossa luta sempre será no sentido de que tenhamos um ensino cada vez de melhor qualidade, para formarmos cidadãos e cidadãs preparados para a vida pessoal e profissional”. Para o parlamentar, os debates em torno do assunto certamente levarão a um aprimoramento em relação ao sistema atual. O encontro com o Sintero, para debater o tema, ocorrerá nos próximos dias.

A BUROCRACIA INFERNAL QUE QUEBRA EMPRESAS

Há sim empresas que existem só no papel. Há as que vivem só embaixo do braço do dono. Participam de licitações e, obviamente, como não têm como manter os contratos, por absoluta falta de estrutura, acabam deixando as obras inacabadas. Elas são mais de 22 mil em todo o país e, em muitos casos, são estas empresas fajutas as culpadas por isso. Mas há o outro lado da moeda. Empresas sérias, que trabalham corretamente, que fazem pesados investimentos para realizar as obras para as quais foram contratadas, acabam ficando pelo caminho, muitas das quais quebrando, porque não recebem pelo trabalho realizado num prazo ao menos razoável. Um dos casos está acontecendo por aqui, mais uma vez. Empresa que constrói para a JUCER anuncia que vai paralisar as obras do prédio, com 40 por cento dele pronto, por ter recebido até agora apenas 32 mil reais, de um total de quase 500 mil a que tem direito. A imensa, tenebrosa, destrutiva burocracia do serviço público é o lado dark, que contribui para destruir empresas e causar desemprego. O Estado brasileiro, do jeito que está, não tem mais cura. Ou se muda profundamente ou entreguemos os pontos.

ATÉ TU, DONA DILMA?

E agora? O nome de Dona Dilma aparece em gravações feitas pela Polícia Federal, com autorização da Justiça, como beneficiária de uma doação milionária do Grupo JBS, poucos dias depois de ser eleita pela primeira vez como Presidente da República. Notícia dada com exclusividade pelo jornalismo da Record Nacional. Aponta que a sucessora de Lula recebeu 5 milhões de reais de forma ilegal, pós campanha e o PT outros 1 milhão e 500 mil. É inacreditável que esse partido tenha cometido tantas ilegalidades e raros são seus membros, do grupo que comandava o PT nacional, que não tenha sido flagrado em alguma roubalheira. Dilma Rousseff era a última. Não tinha sido pega em nada. Até que a PF começou a contar o que investigou. Pelo jeito, não vai sobrar pedra sobre pedra. Aliás, na semana que vem, tem outro julgamento de Lula. Será que ele volta para as grades ?

HILDON COM JORNALISTAS, NESTA SEXTA

Na manhã dessa sexta, o prefeito Hildon Chaves recebe a imprensa, no Prédio do Relógio, para anunciar mais um pacote de obras. Reforma dos prédios da saúde e contratação de mais 200 servidores para o setor, também estarão na pauta. Hildon Chaves ainda vai dar detalhes da festa de Natal, que será realizada. Não se sabe se será também nesse encontro que o prefeito vai dar detalhes da grande festa de final de ano, programada para a Capital. Os recursos, algo em torno de 400 mil reais, já teriam sido liberados pelo Ministério do Turismo, via emenda da deputada federal Mariana Carvalho. Essa informação, contudo, ainda não está confirmada. O prefeito porto velhense vai falar com os jornalistas sobre vários outros temas que têm merecido atenção especial em sua administração.

LARANJAS: CASO AINDA VAI LONGE

O assunto não será resolvido aqui, não importa que resultado tenha. Quem dará o rumo e a palavra final em todo o processo será mesmo o TSE ou quem sabe, o próprio Superior Tribunal Federal, o STF. Mas o julgamento do caso das mulheres laranjas em coligações partidárias, que pode tirar o mandato de um deputado federal e outros oito estaduais, em Rondônia, começou com uma surpresa. O relator do processo, o juiz do TRE, Paulo Mori, não reconheceu a denúncia do MP e nem o direito do Pastor Valadares, que entrou com o processo que denunciou fraude na cota de gênero de várias coligações, em assumir a vaga do Coronel Chrisóstomo, único deputado federal que corre risco de ficar sem sua cadeira na Câmara. Chegou-se a imaginar um decisão unânime do TRE contra o PSL e sua coligação. Logo depois do voto do relator, dois juízes pediram vistas do processo, ou seja, pararam o julgamento para nova análise. O caso deve voltar à pauta em duas semanas. Vamos ver no que vai dar...

ROLANDO LERO CONTRA OS DOMINADORES

O governador Marcos Rocha participou, em Brasília, nesta quarta, de reunião sobre a questão da preservação ambiental na Amazônia e como ela deverá ser tratada pelo Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2019. A COP 25, que acontecerá no início de dezembro, na Espanha. No encontro com nove governadores da região, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que “a posição brasileira com relação à COP 25, será de demonstrar a necessidade de que os recursos para a melhoria da região passem a fluir para países em desenvolvimento. “É preciso que o volume de investimento seja compatível com o desafio de preservação. Assim sendo, que haja um alinhamento total das expectativas dos Estados com o governo federal”. Falou no linguajar Rolando Lero, como muitas questões ambientais têm sido tratadas. A tradução é que a União e os Estados querem dinheiro estrangeiro, para seus projetos de preservação da Amazônia, mas governos e instituições internacionais, muitas delas sem reais interesses em cuidar da floresta e apenas querendo usufruir das riquezas que ela possui, só aceitam dar a grana para ONGs e entidades que eles indiquem. Ou seja, querem continuar mandando na nossa Amazônia, como o fizeram nos últimos 30 anos, pelo menos.

A CHANTAGEM INTERNACIONAL CONTINUA

O governo fica refém desse tipo de pressão, sendo alvo de constantes chantagens em nível mundial, produzida por estrangeiros, mas também por muitos brasileiros, que fazem de tudo para agradar seus parceiros lá fora, por oposição ao atual governo, mesmo que para isso a economia do nosso país seja abalada duramente. Nos recentes episódios das queimadas, muita mentira foi usada não só para atingir o governo Bolsonaro, mas também, para prejudicar nossos negócios com vários países. Os xiitas, os ingênuos e os safados, unidos, jamais se preocuparam com a floresta. Uns, a querem pela forma ideológica. Mas a maioria sonha com uma Amazônia internacionalizada, para que eles, claro, usufruam de toda a riqueza que temos. No final das contas, enquanto ficam discursando e criando frases de efeito, os que não querem o Brasil e a Amazônia independentes, vão se deleitando. O governo Bolsonaro tem que começar a reagir à altura dessa malandragem que querem nos impor. Mas, por enquanto, é só conversa e conversa...

PERGUNTINHA

O novo partido de Jair Bolsonaro, o Aliança para o Brasil, será apenas mais uma sigla política de um líder só, como o PSL com ele mesmo e o PT com Lula?


Fonte:Sérgio Pires





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