Rondônia, 01 de dezembro de 2021

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13/11/2021 17:53

Salvador

Ator Wagner Moura é criticado por comer marmita de camarão em ocupação do MTST

Em evento de exibição do filme Marighella, Wagner foi recebido com marmita de comida baiana com camarão e vatapá.

Ator Wagner Moura é criticado por comer marmita de camarão em ocupação do MTST

O ator e diretor de cinema Wagner Moura foi assunto nas redes sociais neste sábado (13/11), após a repercussão de uma imagem em que ele aparece comendo uma quentinha com camarão.

O registro foi feito em um acampamento do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), na Zona Leste de São Paulo, durante a exibição do filme Marighella, dirigido pelo artista.

Guilherme Boulos (PSol), ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, compartilhou a imagem em sua página do Twitter. A publicação rendeu comentários de pessoas que questionaram o prato com camarão.

“A quentinha com camarão foi só para ele ou foi para toda a galera? Esse é o MTST de camarão do Leblon”, escreveu um usuário da rede social. “Completamente descolados da realidade”, publicou outra pessoa.

Outros usuários comentaram: “Eita, ocupação comendo camarão. Como ele é humilde”.

A marmita continha iguarias baianas como vatapá, vinagrete, caruru e camarão. O ator é natural de Salvador, capital da Bahia.

A comida foi preparada pelo restaurante O Acarajazz, que foi convidado pela coordenação do MTST para servir pratos típicos baianos durante a exibição do filme.

“Nada melhor que uma comida que só conhecemos hoje graças a muita luta e resistência de um povo para celebrar a obra de Wagner Moura, ator, diretor e baiano assim como Marighella que dá título ao filme”, escreveu a página oficial do restaurante no Instagram.

Veja a publicação:



“Direitistas raivosos”

Após a repercussão da imagem no Twitter, Guilherme Boulos publicou outro comentário sobre o caso. O político disse que a situação mostra que o “bolsonarismo vibra com a fome”.

“Direitistas raivosos com a foto do Wagner Moura comendo acarajé no prato na ocupação do MTST mostra que o bolsonarismo vibra com a fome e, acima de tudo, desconhece a cultura brasileira”, escreveu.



Por Rebeca Borges


Fonte:Metrópoles





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